BLEFAROPLASTIA

Cirurgia das Pálpebras

A Blefaroplastia é a cirurgia realizada nas pálpebras com o objetivo é remover os excessos de pele e bolsas gordurosas que aparecem por volta dos 35 a 40 anos. Quando esse excesso de pele e gordura alteram o campo visual, ou implicam em uma imagem cansada e envelhecida, pode-se removê-lo para melhorar a aparência e o campo visual.

 

As rugas que naturalmente aparecem nos cantos externos dos olhos não podem ser completamente removidas com a Blefaroplastia convencional. Caso seja desejo do paciente, podem ser realizados outros procedimentos

para esse fim, como o uso de toxina botulínica.

 

Além do próprio envelhecimento há outros fatores que atuam sobre a pele ocasionando tais deformidades nas pálpebras: hereditariedade, exposição solar, estilo de vida, ação da gravidade e estresse.

Indicação

A Blefaroplastia é indicada para amenizar os sinais de envelhecimento na região dos olhos por meio de reposicionamento dos tecidos (pele e músculos) da pálpebra, remoção dos excessos de gordura e flacidez da pele. O que está ao alcance da cirurgia plástica é melhorar a firmeza dos tecidos e posicioná-los para que os traços de jovialidade sobressaiam aos de senilidade.

 

A Blefaroplastia é uma das etapas de uma cirurgia maior quando se busca o rejuvenescimento de toda a face, mas ela por si só não produz o rejuvenescimento de toda a face.

Idade

Geralmente após 35 anos.

Duração da cirurgia

A duração do procedimento é de aproximadamente 2 horas.

Anestesia

Para a maioria dos casos, consegue-se operar com anestesia local e sedação feita pelo anestesista no centro cirúrgico.

Tempo de internação

Alguns pacientes recebem alta com 12 horas de pós-operatório. Outros podem necessitar de 24 horas de internação para controlar hipertensão arterial e/ou outras comorbidades.

Pós-operatório

  • Após o término da cirurgia colocamos bolsas de gelo sobre os olhos nas primeiras 24 a 48 horas;

  • Recomenda-se usar óculos escuros e protetor solar por algumas semanas;

  • Dormir com a cabeceira elevada por alguns dias ajuda a regredir o inchaço mais rapidamente;

  • É normal inchaço e roxidão por 10 a 15 dias;

  • Inchaço menor persiste por até 06 meses ou mais;

  • Após a alta, o paciente deverá se manter em repouso relativo e só após cerca de 60 dias pode praticar esportes de atrito ou impacto.

Cicatrizes

As cicatrizes são colocadas dentro dos sulcos e dobras naturais da pele para que se tornem menos perceptíveis. Com o decorrer do tempo tornam-se bem suaves e pouco aparentes.

Recuperação completa

  • Imediatamente após o término da cirurgia já se pode ter uma ideia do novo layout das pálpebras.

  • O inchaço é mais intenso e notado nos primeiros 30 dias, após isso possivelmente só será notado pelo cirurgião;

  • A recuperação completa só será efetivamente observada após 6 meses;

  • Os “pés-de-galinha” e sulcos profundos raramente desaparecerão totalmente, nesses casos é necessário programar para depois de 30 a 60 dias o uso de produtos que possam alcançar esses objetivos, como a toxina botulínica.

Complicações/Riscos

Não só em cirurgia plástica, como em qualquer especialidade cirúrgica, as possibilidades de intercorrências devem ser conhecidas pelo paciente. Não há procedimentos cirúrgicos, assim como cirurgiões, com 100% de resultados excelentes e 0% de intercorrências/complicações. Por isso, o paciente deve ser previamente informado (verbalmente e por meio dos termos de consentimento) de que existem riscos e quais são eles.

 

Uma vez que decida passar pelo procedimento cirúrgico, é porque entende que os riscos são aceitáveis (na maioria das cirurgias os riscos são muito baixos de fato) e confia em seu cirurgião.

 

Importante lembrar que os órgãos reguladores (CRM, ANVISA, Ministério Público, entre outros) não permitem que cirurgiões executem procedimentos com riscos muito altos e que não sejam cientificamente comprovados como seguros.

 

Assim, é dever do cirurgião informar ao paciente que a literatura médica reporta riscos, baixos para a maioria dos procedimentos cirúrgicos, mas que não podem ser ignorados.

É dever do cirurgião é informar o seu paciente sobre possíveis intercorrências.

 

Segue abaixo um resumo do que o paciente deve saber:

  • Sangramento, infecção, hematoma, necrose de pele, irregularidades, assimetrias, alterações da sensibilidade e motricidade;

  • Pode ocorrer dificuldade para fechar os olhos, ardência ocular, prurido e outras. É raro ocorrerem lesões das córneas em virtude do fechamento incompleto das pálpebras no pós-operatório em virtude do inchaço;

  • Aparecimento de quelóides, alteração da cor das cicatrizes, assimetrias, irregularidades, estigmas de hipercorreções, cicatrizes mal posicionadas, ectrópio (retirada em excesso), etc;

  • Trombose venosa e embolia pulmonar são raros na Blefaroplastia;

  • Complicações anestésicas tais como alergia a medicamentos (choque anafilático), hipertermia maligna, cefaléia (dor de cabeça) podem ocorrer.

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Responsável Técnico

Dr. Jefferson Di Lamartine G. Amaral

CRM-DF 10.276

RQE 5678

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