NINFOPLASTIA

Cirurgia íntima

A ninfoplastia ou cirurgia da intimidade consiste na correção da hipertrofia (aumento) dos pequenos lábios na região genital feminina. O tamanho dos pequenos lábios vaginais é a queixa mais comum nesta região do corpo. Suas causas podem ser congênitas ou adquiridas.

 

Pode causar desconforto de ordem estética, funcional e emocional. Muitas mulheres deixam, por exemplo, de ter vida sexual ativa devido à aparência de sua genitália externa. Algumas mulheres deixam de usar calças justas, biquínis e roupas de ginástica em virtude do constrangimento que experimentam. Além dos problemas já citados, há maior probabilidade de contrair infecções e perpetuar corrimentos vaginais.

Indicação

Para as mulheres que apresentam os pequenos ou grandes lábios aumentados.

Duração da cirurgia

A duração do procedimento é de aproximadamente uma hora.

Anestesia

Pode ser usada anestesia local com sedação ou simplesmente local. A depender da pacientes, também pode ser aplicada anestesia espinhal (raqui anestesia).

Tempo de internação

É possível dar alta para a maior parte dos pacientes no mesmo dia da cirurgia. Os casos mais complexos merecem internação de 24 horas.

Pós-operatório

  • O mais importante nesse tipo de cirurgia é manter a região genital bem higienizada, o que se consegue com o uso de medicamentos como pomadas e cremes anti sépticos;

  • A colocação de gelo nas primeiras 24 horas ajuda na diminuição do inchaço;

  • Os pontos geralmente são absorvíveis e não necessitam ser retirados;

  • É normal inchaço e roxidão por 10 a 20 dias;

  • Inchaço menor persiste por até seis meses ou mais;

  • Após a alta, a paciente deverá manter repouso relativo e evitar relação sexual por cerca de 20 a 30 dias;

  • É inquestionável a necessidade de higiene rigorosa no pós-operatório.

Cicatrizes

As cicatrizes são colocadas nos sulcos e, como se trata de mucosa, ficam bem camufladas, quase imperceptíveis.

Recuperação completa

O resultado definitivo só será efetivamente observado após seis meses a um ano.

Complicações/Riscos

Não só em cirurgia plástica, como em qualquer especialidade cirúrgica, as possibilidades de intercorrências devem ser conhecidas pelo paciente. Não há procedimentos cirúrgicos, assim como cirurgiões, com 100% de resultados excelentes e 0% de intercorrências/complicações. Por isso, o paciente deve ser previamente informado (verbalmente e por meio dos termos de consentimento) de que existem riscos e quais são eles.

 

Uma vez que decida passar pelo procedimento cirúrgico, é porque entende que os riscos são aceitáveis (na maioria das cirurgias os riscos são muito baixos de fato) e confia em seu cirurgião.

 

Importante lembrar que os órgãos reguladores (CRM, ANVISA, Ministério Público, entre outros) não permitem que cirurgiões executem procedimentos com riscos muito altos e que não sejam cientificamente comprovados como seguros.

 

Assim, é dever do cirurgião informar ao paciente que a literatura médica reporta riscos, baixos para a maioria dos procedimentos cirúrgicos, mas que não podem ser ignorados.

 

Segue abaixo um resumo do que o paciente deve saber:

  • Pode ocorrer necrose de pele ou mucosa, infecção,sangramento, irregularidades, assimetrias, abertura da ferida, alterações da sensibilidade.

  • A alteração da sensibilidade erógena é pouco comum e ocorre nos casos em que é necessário abordar as adjacências do clitóris;

  • Possibilidade rara de ocorrência de trombose venosa (coagulação do sangue dentro das veias) e embolia pulmonar (migração do coágulo para o pulmão);

  • Complicações decorrentes da anestesia, como alergia a medicamentos (choque anafilático), hipertermia maligna, cefaleia (dor de cabeça) pós-peridural e outras.

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Responsável Técnico

Dr. Jefferson Di Lamartine G. Amaral

CRM-DF 10.276

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